28 de fevereiro de 2012

HEPATITE (GORDURA NO FIGADO) UMA DOENÇA GRAVE QUE PODE TER VARIAS CAUSAS, INCLUINDO EM ORGÃOS REPRODUTORES QUE SECUNDARIAMENTE PODE SER COMPROMETIDO.ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.


Em mulheres com síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicistico) (sop/somp), é um dos órgãos que esta sujeita à morte de hepatócitos (células do fígado), que ocorrem na esteatohepatite ((aparecimento) da esteato hepatite (gordura no fígado), não alcoólica. Pesquisadores ao avaliarem o estrago efetuado pela esteatose hepática, encontraram em mulheres com morte de células hepáticas,  hepatócitos, um substancia que só aparece em células mortas do fígado; Níveis de um fragmento específico, chamado citoqueratina 18 (CK-18)(marcador no de substancia no fígado), produzido no decorrer da morte de hepatócitos (células do fígado), são medidos por uma enzima específica. Portanto é um ledo engano que o aumento de gordura no fígado não tem consequências graves, e que é apenas um acumulo de células de gordura branca tidas como energéticas, mas sem consequências dramáticas. Outros fatores importantes que foram encontrados no fígado gordo e comprometido, foram alterações metabólicas, e níveis de alanina(aminoácido)e enzima especifico, aminotransferase e aspartato aminotransferase, substâncias com resultados danosos ao fígado e ao organismo de modo geral . Esses detritos específicos clareiam e confirmam os comprometimentos do fígado gordo de forma inequívoca, mas nunca se esqueça que a esteatohepatite ou fígado gordo é um doença silenciosa e só chega ao caos muito abaixo dos 50 % de comprometimento, o que não ocorre com as síndromes de ovário policístico, ou síndrome de ovário micropolicistico. As mulheres com síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicísticos) (sop/somp) apresentaram 5 vezes mais lesão hepática (no fígado), (avaliada pelos níveis de alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase(substancia marcadoras no fígado) do que em mulheres sem síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicísticos) (sop/somp). Com esses comprometimentos podemos vislumbrar o estrago sofrido pelo fígado e também pelos órgãos Reprodutores. Um dos fatores mais incisivos que levam a esteato hepatite não alcoólica é a gordura no fígado, em outras palavras, não caia no risco da epidemia da obesidade, sobrepeso, obesidade visceral, ou intra-abdominal.

AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. A concentração de HDL é inversamente relacionada à incidência de aterosclerose coronária, talvez refletindo sua eficiência em remover colesterol... 
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com...

2.A doença hepática gordurosa não alcoólica se assemelha à doença hepática induzida pelo álcool, a esteatose hepática por definição se desenvolve em pacientes que consomem pouco ou nenhum álcool... 
http://metabolicasindrome.blogspot.com

3. A esteatose hepatica, acumulo de gordura no figado é um processo sério de formação de gordura intra visceral ou intra abdominal...
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com 

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 


Referências Bibliográficas:
Int J Obes Relat Metab Disord
Dulloo AG, Jacquet J, JP Montani .
Departamento de Medicina Fisiologia
Universidade de Fribourg, na Suíça. 

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16 de fevereiro de 2012

A DOENÇA HEPÁTICA NÃO-ALCOÓLICA É O ACÚMULO DE GORDURA NO FÍGADO DE PESSOAS QUE BEBEM POUCO OU NENHUM ÁLCOOL, É COMUM, NA MAIORIA DAS PESSOAS NÃO PROVOCA SINAIS E SINTOMAS E NÃO APRESENTAM COMPLICAÇÕES – ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

A doença hepática não-alcoólica é um termo usado para descrever o acúmulo de gordura no fígado de pessoas que bebem pouco ou nenhum álcool. A doença hepática gordurosa não-alcoólica é comum e, para a doença hepática não-alcoólica, na maioria das pessoas, não provoca sinais e sintomas e não apresentam complicações. Mas em algumas pessoas com doença hepática gordurosa não alcoólica, a gordura que se acumula pode causar inflamação e cicatrizes no fígado. Esta forma mais grave da doença hepática gordurosa não alcoólica é algumas vezes chamada esteatohepatite não alcoólica. Na sua forma mais grave a doença hepática não-alcoólica pode progredir para insuficiência hepática. Doença hepática gordurosa não-alcoólica geralmente não causa sintomas e sinais. Quando isso acontecer, eles podem incluir: Fadiga; Dor no abdômen superior direito; Perda de peso. Se tiver persistência dos sinais e sintomas que lhe causam preocupação, procure seu médico. 
A doença hepática gordurosa não alcoólica ocorre quando o fígado tem dificuldade para quebrar as gorduras, fazendo com que a gordura se acumule no tecido do fígado. Os médicos não têm certeza do que causa isso. A ampla gama de doenças e condições associadas à doença hepática gordurosa não-alcoólica é tão diversa, que é difícil localizar uma causa específica. A doença hepática gordurosa não-alcoólica, doença do fígado gorduroso, pode assumir várias formas - pode ser inofensivo para a vida da pessoa que a apresenta. Suas formas incluem: A esteatose hepática. Não é normal a gordura se acumular no fígado, mas não vai necessariamente te trazer sofrimento. Na sua forma mais simples, a doença hepática não-alcoólica pode causar gordura no fígado em excesso, mas sem complicações. Esta condição é muito comum. A esteatohepatite. Em um pequeno número de pessoas com fígado gordo, a gordura provoca inflamação no fígado. Isso pode prejudicar a capacidade do fígado de funcionar e levar a complicações. A esteatohepatite gordurosa não-alcoólica, cirrose hepática doença associada. A inflamação do fígado leva à lesão do tecido do fígado. Com o tempo, a cicatrização pode se tornar tão grave que o fígado já não funciona adequadamente (insuficiência hepática). 
Uma grande variedade de doenças e condições pode aumentar o risco do desenvolvimento da doença hepática gordurosa não alcoólica, incluindo: Certos medicamentos; Cirurgia de bypass gástrico; O colesterol alto; Altos níveis de triglicérides no sangue; Subnutrição; A síndrome metabólica; Obesidade; Rápida perda de peso; Toxinas e produtos químicos, como pesticidas; Diabetes mellitus tipo 2; A doença de Wilson; Altos níveis de triglicérides no sangue; Subnutrição; Rápida perda de peso; Toxinas e produtos químicos, como pesticidas. Comece por fazer uma consulta com seu médico de família ou um clínico geral, se você tem sinais e sintomas que te preocupam. Se o médico suspeitar que você possa ter um problema de fígado, como a doença hepática gordurosa não alcoólica, você pode ser encaminhado para um médico especializado em fígado (hepatologista). Algumas vezes o diagnóstico pode ser breve, e mas muitas vezes há muito exames a serem feitos, é uma boa ideia para estar bem preparado. 


AUTORES PROSPECTIVOS 


Dr. João Santos Caio Jr. 

Endocrinologista – Neuroendocrinologista 

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Dra. Henriqueta V.Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
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Como Saber Mais:
1. A doença hepática não-alcoólica é um termo usado para descrever o acúmulo de gordura no fígado de pessoas que bebem pouco ou nenhum álcool ...
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2. Na sua forma mais grave a doença hepática não-alcoólica pode progredir para insuficiência hepática...
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3. A inflamação do fígado leva à lesão do tecido do fígado. Com o tempo, a cicatrização pode se tornar tão grave que o fígado já não funciona adequadamente (insuficiência hepática)...
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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo,Brasil. 2012, Dr. Bjørn Richelsen em Aarhus University Hospital – Dinamarca, 2011- American Journal of Clinical Nutrition. Banting e Best Diabetes, Centre da Universidade de TorontoInstitute for Clinical Sciences,Gillian Booth, MD, MSc, do St. Michael's Hospital,American Diabestes Association - ADA

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13 de fevereiro de 2012

FIGADO GORDO, UMA DOENÇA MUITO COMUM E SILENCIOSA QUE EM GERAL COMO SERES HUMANOS NÃO DAMOS TANTA ENFASE, MAS LAMENTAVELMENTE A ESTEATOSE QUE É SEU NOME CIENTIFICO PODE COMPROMETER CÉLULAS HETATICAS INDIVIDUALMENTE ATÉ CHEGARMOS A UMA SITUAÇÃO DESASTROSA; ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.



OBESIDADE CONTROLADA,DESCONTROLADA,VISCERAL,INTRA   ABDOMINAL,CENTRAL; INTIMA LIGAÇÃO DO FIGADO-DIABETES MELLITUS PRINCIPALMENTE A TIPO 2 ,SEUS EFEITOS SOBRE OUTROS ÓRGÃOS,SEUS EFEITOS SOBRE AS DOENÇAS DO FIGADO COMO CIRROSE , HEPATITE, E OUTRAS DOENÇAS DO FIGADO COMO POR EXEMPLO A ESTEATOSE HEPÁTICA. ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS  CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

A esteatose ou figado gordo, é um comprometimento organico e metabólico dos mais difíceis de se reverter, pois é extremamente importante na produção e controle de IGF -1 (insulina growth factor) responsável pela produção de e acumulo de substâncias energégicas, que seram responsáveis pela fabricação energética através do circulo vital da vida (Krebs) dentro da célula, além da transformação em concomitância com outros como o hormônio de crescimento e uma plêiade de hormônios e substâncias como os precursores dos hormônios tireoidianos e outros de extrema importância para humanos. Embora o fígado é muitas vezes negligenciada em diabetes mellitus principalmente tipo 2, os  casos até mesmo recém-diagnosticados implicam em um risco substancial de danos hepáticos graves. Encontrados por pesquisas  em avaliações populacionais, deixam claro que casos, recém-diagnosticados de  diabetes mellitus tipo 2, foi associado à presença quase duplicada de taxas de cirrose hepática, insuficiência hepática, ou transplante de fígado, esteatose hepática (gordura no fígado) comparação  feita com as pessoas na população em geral, que fizeram avaliação e não apresentavam diabetes mellitus tipo 2. Devemos nos lembrar que o fígado é uma víscera e que seus comprometimentos acarretam um efeito dominó em outros órgãos. É muito importante considerarmos a ligação entre o fígado e os diversos mecanismos que o envolve , entre eles a transformação de glicose em glicogênio que é a gordura de reserva, isto facilitará o impacto  negativo da diabetes mellitus sobre a retina, bem como sistema renal,  sistema nervoso em geral além dos resultados finais sobre o órgão de choque dos mais importantes que é o sistema cardiovascular e sistema respiratório que são muito bem estudados, embora  especificamente ainda pouco se sabe sobre seus efeitos no  fígado apesar de todas as evoluções científicas, mas se considerarmos um paralelo com os outros órgãos afetados e que algumas estruturas se assemelham, podemos imaginar a gravidade dos problemas. Isto faz com que vejamos nossos órgãos e metabolismo, fisiologia como um todo e não compartimentado como em um navio, que cada vez que passamos por uma porta teoricamente podemos fechar, lacrar como se não tivesse ligação; em sendo assim devemos nos preocupar para que controlemos ou dificultemos através de controles rígidos o não aparecimento de diabetes mellitus tipo 2 , síndrome metabólica, peso, sobrepeso, obesidade controlada, descontrolada, visceral, intra-   abdominal, central; íntima ligação do fígado-diabetes mellitus principalmente  o tipo 2, seus efeitos sobre outros orgãos,seus efeitos sobre as doenças do figado como cirrose , hepatite, e outras doenças do figado como por exemplo a esteatose hepática. Pode parecer sem importância uma gordurinha no fígado, mas infelizmente as doenças acarretadas por essas gordurinhas pode levar a uma situação dramática e muitas vezes irreversível.


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1.
Devemos nos lembrar que o fígado é uma víscera e que seus comprometimentos acarretam um efeito dominó em outros órgãos... 
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2
. Pode parecer sem importância uma gordurinha no figado, mas infelizmente as doenças acarretadas por essas gordurinhas pode levar a uma situação dramatica...
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3.
A esteatose ou figado gordo, é um comprometimento organico e metabolico dos mais dificeis de se reverter...
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. 

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2012, Dr. Bjørn Richelsen em Aarhus University Hospital – Dinamarca, 2011- American Journal of Clinical Nutrition. Banting e Best Diabetes, Centre da Universidade de TorontoInstitute for Clinical Sciences,Gillian Booth, MD, MSc, do St. Michael's Hospital,American Diabestes Association - ADA 
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PESQUISADORES DA HARVARD SCHOOL OF PUBLIC HEALTH DEMONSTRARAM DEFICIÊNCIAS EM GORDURAS ÔMEGA 3 ASSOCIADAS À DEPRESSÃO, ANSIEDADE, ALTERAÇÕES DO HUMOR, TRANSTORNO BIPOLAR, DOENÇA DE ALZHEIMER, DIMINUIÇÃO DE PESO COM PERDA DE SOBREPESO, E OBESIDADE.ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.


Um estudo em in vitro da universidade de Litoral em Argentina encontrou que uma dieta elevada em açúcares simples promoveu a resistência de insulina e aumentou a gordura corporal. Adicionar o óleo de peixes à dieta restaurou a saúde metabólica e promoveu a perda de peso com perda de sobrepeso, e obesidade. O óleo de peixe melhorou a glicemia e reduziu os sintomas da síndrome metabólica. Aqui estão alguns dos benefícios à saúde de óleo de peixe em cápsula: Saúde / Cérebro: Aumenta a memória e a capacidade de foco, melhora a área de crescimento associados com o comportamento e diminui a depressão e risco de suicídio. Pesquisadores da Harvard School of Public Health demonstraram deficiências em gorduras ômega 3 associadas à depressão, ansiedade, alterações do humor, transtorno bipolar, doença de Alzheimer, promoção a perda de peso com perda de sobrepeso, e obesidade. Saúde / Coração: O óleo de peixe que é rico em ácidos graxos ômega 3, ajudam a prevenir doenças cardíacas, manter seu coração forte e saudável, também auxilia na regulação dos níveis de colesterol e redução da formação de coágulos. Artrite / dores: Estudos têm demonstrado que a suplementação de óleo de peixe, rico em ômega 3, pode ajudar a aliviar as dores causadas por inflamações nas pessoas que sofrem de artrite reumatoide. Durante a gravidez ou infância: Ômega-3 é necessário para que o cérebro do feto se desenvolva bem, mas precisa de uma grande parte do ômega 3, DHA e EPA. Os níveis adequados de ingestão de ômega 3 estão associados com menor déficit de atenção e hiperatividade e maior QI entre as crianças. Psoríase, acne..: Óleo de peixe têm propriedades anti-inflamatórias que ajudam à redução de desordens da pele ou acne. Câncer: DHA e EPA pode proteger contra esses tipos de cânceres, incluindo mama, próstata, testículo e de ovário. As últimas pesquisas mostram que o consumo de óleo de peixe também ajuda a reduzir a gordura abdominal, obesidade visceral, obesidade central e impulsionar o crescimento muscular, que só pode ocorrer com melhora da eficiência do HGH – hormônio de crescimento, mas estas atitudes só pode ser executadas com acompanhamento de profissionais endocrinologistas, neuroendocrinologista com experiência.

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Referência Bibliográfica
Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Cientifico et Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica - Van Der Häägen Brazil, São Paulo - Brasil, LH Storlien , EW Kraegen , DJ Chisholm , GL Ford , DG Bruce e WS Pascoe, Am J Clin Nutr 01 de agosto de 2011 : 369 - 370 . Science


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27 de janeiro de 2012

AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA (APARECIMENTO) DA ESTEATO HEPATITE(GORDURA NO FIGADO) NÃO ALCOÓLICA (DOENÇA HEPÁTICA GRAVE) EM MULHERES COM SÍNDROME DE OVÁRIO POLICÍSTICO (SÍNDROME DE OVÁRIO MICROPOLICÍSTICO) – (SOP/SOMP)ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

Foi feita uma avaliação da prevalência(quantidade de aparecimento) da esteatohepatite não alcoólica, em mulheres com  síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicísticos) (sop/somp) . ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA- DR. JOÃO SANTOS  CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   pelo uso de um teste não invasivo de diagnóstico de esteatohepatite não alcoólica. Neste teste, é detectada a morte de hematócitos (células do fígado), que ocorrem na esteatohepatite((aparecimento) da esteato hepatite(gordura no figado), não alcoólica. Níveis de um fragmento específico, chamado citoqueratina 18 (CK-18)(marcador no de substancia no fígado), produzido no decorrer da morte de hepatócitos (células do fígado), são medidos por uma enzima específica. Os pesquisadores mediram os níveis de fragmento da citoqueratina 18 (CK-18),  produzido no decorrer da morte de hepatócitos (células do fígado) de 192 mulheres já tratadas de  síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicístico) (sop/somp) e compararam com 73 mulheres saudáveis. Também foram dosados fatores metabólicos e níveis de alanina(aminoácido)e enzima especifico) aminotransferase e aspartato aminotransferase. As mulheres com síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicístico) (sop/somp) apresentaram 5 vezes mais lesão hepática (no fígado), (avaliada pelos níveis de alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase(substancia marcadoras no fígado) do que em mulheres sem síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicístico) (sop/somp). Além disto, após o ajuste para o índice de massa corporal (IMC), os níveis de fragmento de citoqueratina 18 (CK-18)(marcador de funções no fígado) produzido no decorrer da morte de hepatócitos (células do fígado), foram extremamente elevados, indicativo de morte elevada de hepatócitos (células hepáticas) em mulheres com síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicístico) (SOP/SOMP) em se comparando com mulheres saudáveis Entre as mulheres com síndrome de ovário policístico (síndrome de ovário micropolicístico) (SOP/SOMP) apenas a hiperinsulinemia (medida pela curva de resposta à insulina) foi um preditor independente do nível de fragmento de citoqueratina 18 (CK-18) produzido no decorrer da morte de hepatócitos (células do fígado). Os pesquisadores mostraram a importância do papel da resistência à insulina na patogênese (formação da doença) da esteatohepatite(gordura no fígado)(associada a sofrimento das células do fígado) não alcoólica, implícita neste resultado.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Tan, S. et al. Marcadores apoptóticos indicar esteatohepatite não-alcoólica na síndrome dos ovários policísticos. J. Clin. Endocrinol. Metab. 95, 343-348 (2009)Carol WilsonJournal of Clinical Endocrinology and Metabolism.,Nature Reviews Endocrinologia 6, 122 (Março 2010) | doi: 10.1038/nrendo.2009.284, Ali Canbay: pesquisador da Universidade de Duisburg-Essen, Alemanha


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